Carta Branca - Projeto Diário Rosa

Data(s) e Horário(s): 01/06 às 20:00h, 02/06 às 20:00h, 03/06 às 20:00h, 04/06 às 17:00h, 07/06 às 20:00h, 08/06 às 20:00h, 09/06 às 20:00h, 10/06 às 20:00h, 11/06 às 17:00h

Local: Rua Gamboa de Cima 03, Centro (ao lado do Quartel dos Aflitos)

Preço: gratuito

Mais Informações

A performance/instalação Carta Branca, criação da artista visual Yasmin Nogueira toma as mãos como ponto de partida: o toque indesejado, insistente, corriqueiro. Mãos que se fazem presentes nas nossas narrativas autobiográficas. Histórias se fundem e mais do que a sensação de nos calar, nos negamos mesmo a ver, pela necessidade de continuar a conviver com histórias marcadas à ferro na memória.

A performance ao vivo acontece às 19h, no dia da estreia; e às 19h30 nos dias 4 e 10 de junho, na rua, em frente ao teatro. 

A exposição fica aberta ao público do dia 1º ao dia 11 de junho no espaço ao lado da bilheteria, escadas e foyer de entrada do teatro. 

 

Classificação etária: 16 anos

 

PROJETO DIÁRIO ROSA

O Projeto Diário Rosa propõe uma ocupação do Teatro Gamboa Nova por artistas mulheres, congregando durante o mês de junho teatro, performance, instalações de artes visuais, cinema e música, além da realização de rodas de bate-papo. Diário Rosa tem como problema central o assédio e abuso sexual contra as mulheres em suas diversas manifestações, desde as ‘pequenas’ violências cotidianas, até o abuso infantil e o estupro. O espetáculo de teatral, homônimo, é o eixo do projeto e foi a partir do seu processo de montagem que se articulou a rede de artistas e pesquisadoras das mais diversas linguagens que compõem a equipe do projeto, todas lançando seu olhar para as questões que são parte da vida diária das mulheres e, ainda assim, cotidianamente silenciadas.

 

O núcleo gestor e criativo do projeto é formado por Camila Guilera, Fernanda Beltrão, Fernanda Silva e Larissa Lacerda todas egressas da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia e atuantes como atrizes, diretoras, produtoras e arte-educadoras, além de pesquisadoras nas áreas das artes cênicas, educação e estudos de gênero.

 

Camila Guilera é atriz, pesquisadora e produtora cultural. É membro do grupo de teatro Panacéia Delirante desde 2008 e é co-fundadora da rede latino americana Colectivo Âmbar, por meio da qual realizou atividades de intercâmbio com grupos de importante trajetória no continente. Bacharel em Artes Cênicas - interpretação teatral pela UFBA, Camila é atualmente mestranda pelo Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da mesma instituição, pesquisando produções teatrais que dialoguem com questões de gênero e propostas feministas.

 

Fernanda Beltrão é atriz e produtora. Formada em Artes Cênicas pela Escola de Teatro da UFBA. Como atriz, atuou em espetáculos na cena baiana como "Na Coxia" (2016) “As Confrarias” (2014), “Para o Menino Bolha” (2014), “Um piano, o bolero e a Galinha” (2013), “O menino detrás das nuvens” (2013), “Bonitinha, mas ordinária” (2012), “Vestido de Noiva (2010), entre outros.

 

Fernanda Silva é atriz, produtora cultural, percussionista e professora licenciada em teatro pela Escola de Teatro da UFBA. Iniciou os trabalhos de atriz em 2005 desde então, participou de diversas campanhas publicitárias como “Poderosas do Brasil” da C&A com a modelo Gisele Bundchen, atuou em cerca de 30 Espetáculos Teatrais sendo alguns deles Búzios: A Conspiração dos Alfaiates, apresentada na Concha Acústica, sob direção geral de Paulo Dourado; A remontagem do espetáculo “A comida de Nzinga” com direção de Rita Assemany em 2014 e da montagem inédita do texto de Abdias do Nascimento “Sortilégio II – O Mistério Negro de Zumbi Redivivo” com direção de Ângelo Flávio no mesmo ano.

 

Larissa Lacerda é artista, pesquisadora (PPGAC/UFBA), envolvida em diversas áreas do espetáculo, atua como cantora, atriz, iluminadora, indicada ao prêmio Caymmi 2014 pela luz do show da cantora Manuela Rodrigues e, é graduada em direção teatral pela Universidade Federal da Bahia - UFBA. Em 2014, iniciou seus estudos sobre escritas de si no processo de criação cênica, com o “Precipício: experimento n°1”, esse projeto resultou na peça “Nenhuma Carta”, que teve participação no FILTE Bahia em 2016.

Apoio Financeiro

Desenvolvido Por:

WebD2 Desenvolvimento Web